domingo, 15 de maio de 2011

PILATES: CORPO E MENTE EM EXERCÍCIO

 
Após completar 15 aulas de Pilates me sinto a vontade para compartilhar alguns benefícios que tenho observado. A prática do Pilates, entre tantas coisas, desenvolve com bastante eficiência a consciência corporal, a concentração, a motivação e a sensação de bem estar. Nada se compara à satisfação que senti quando me vi realizando, mesmo que ainda sem total harmonia, posições e exercícios que nos primeiros dias eram impossíveis e que me pareciam inatingíveis. Como exemplo, cito a falta de equilíbrio e o medo experimentado nos exercícios sobre a bola - recurso bastante utilizado no Pilates - que já foram um pouco superados e denotam os avanços obtidos neste período.
A respiração correta e profunda é outro aspecto fundamental e muito enfatizado no Pilates. Na primeira aula, lembro que senti até certo mau estar por tentar respirar de um modo diferente daquele que estou acostumada (e que não corresponde a maneira correta). Muito útil o exemplo proposto pela professora para explicitar a diferença entre a respiração profunda que normalmente utilizamos (na qual levantamos os ombros) e a exigida no Pilates (que expandimos o torax para frente). "Imaginem que estão cheirando uma flor." Esta frase basta para demarcar as diferenças e assegurar a aprendizagem da respiração correta, a qual requer muito trabalho dos músculos abdominais profundos - outra grande vantagem do Pilates. Com o fortalecimento destes músculos, garantimos desde a proteção dos órgãos até a melhora na postura.
Aliás, postura é algo surpreendentemente revisto nesta prática. Com os exercícios, me sinto mais forte e consciente de meu corpo, reconheço com muito mais clareza seus pontos fortes e suas debilidades. Descobri, por exemplo, que tenho um desvio que faz meu corpo sempre tender para a direita, sobrecarregando este lado. E, observando no espelho as considerações feitas pela professora em aula, pude verificar o quanto meu lado direito é mais "castigado" que o esquerdo. Tenho tentado modificar isto, mas tem sido bem difícil reprogramar meu cérebro sobre o que seja uma postura alinhada. Além de tudo isto, percebo que é impossivel sair de uma aula de Pilates sem sentir uma grande sensação de bem estar e relaxamento. E o mais legal: nenhuma série é repetida exaustivamente. Isso torna a prática mais dinâmica e nada chata ou cansativa!
Enfim, muitos são os ganhos que me fazem uma divulgadora dos benefícios da prática do Pilates. Pretendo voltar à este assunto em posts futuros e compartilhar mais vivências e percepções sobre minha mais nova paixão.

SIM, Rio grande pode ser linda!

No início de 2011 tive oportunidade de, após muita indecisão, descobrir algo importante: gosto demais da minha cidade. Com a possibilidade de mudar-me para Porto Alegre, por razões profissionais, tive de reavaliar uma série de questões a respeito da minha rotina e percebi que gosto bastante de viver em Rio Grande. Mesmo com o péssimo atendimento do comércio, com o caos crescente do trânsito, com a falta de planejamento e investimento turístico, com a falta do que fazer nos fins de semana, entre outras coisas que irritam a população, eu admiro minha cidade e gosto de viver nela.
Andar de bicicleta é uma paixão que espero compartilhar por aqui. Ultimamente tenho buscado dar um ar cultural à minha paixão. Saio de bici com minha câmera fotográfica e registro tudo que meus olhos capturam e minha sensibilidade aprecia. Tem sido uma experiência estimulante! É uma oportunidade de reinventar concepções enraizadas durante meus 31 anos de vida. É uma forma interessante de recriar meu olhar acerca de lugares e espaços que já achava conhecer, já que fazem parte de minha rotina há tanto tempo. Através desta experiência tenho aprendido a diferença entre olhar e ver. E, através dela, afirmo: Rio Grande pode ser linda! Depende da disposição de quem vê! :)

sexta-feira, 13 de maio de 2011

COMER PARA VIVER E NÃO VIVER PARA COMER.

Muito se fala sobre a importância de cultivar a saúde através de alimentação equilibrada, atividades físicas e hábitos de vida que alimentem também a alma. Ultimamente, essa tem sido uma grande preocupação minha. Admito que até consigo, mas não sem alguma dificuldade. Estamos rodeados de alimentos perigosos, cheios de conservantes, corantes e outras substâncias que alteram o sabor e tentam disfarçar sua artificialidade.
Há dois meses venho me esforçando para substituir alimentos nocivos por opções mais saudáveis e tenho tentado inserir a atividade física em minha rotina. Troquei sal refinado por sal marinho; abandonei o açúcar refinado pelo mascavo; passei a comer mais legumes, frutas e verduras (o que não é um sacrifício, pois sempre gostei muito); faço bicicleta ergométrica por 30 minutos, pilates duas vezes por semana e curto muito andar de bike na rua.
Os ganhos destas mudanças já são visíveis. Diminuí algumas medidas e entrei naquela bendita calça 38 que há muito não me visitava. Mas... repito... não sem algum sacrifício...